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Edir Macedo vira réu por lavagem de dinheiro

A Justiça Federal aceitou parcialmente a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, e mais três integrantes da cúpula da instituição religiosa: o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, o bispo João Batista Ramos da Silva e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa.
Eles foram denunciados pelos crimes de falsidade ideológica, formação de quadrilha, estelionato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Mas a Justiça Federal rejeitou as acusações de estelionato e falsidade ideológica e o ministério público já informou que recorrerá da decisão.
A denúncia relata que os acusados enviavam dinheiro de doações dos fiéis para o exterior utilizando uma casa de câmbio paulista. Em seguida, os valores voltavam ao Brasil com aparência de uma transação financeira legal.
O advogado dos líderes da Universal, Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, se manifestou nesta sexta-feira dizendo que não teve acesso à denúncia do Ministério Público Federal, nem à decisão judicial, mas considerou favorável aos seus clientes a informação de que a acusação de estelionato foi rejeitada.
Pitombo destacou que para caracterizar a lavagem de dinheiro é preciso que haja um crime antecedente. “Não pude analisar, mas acredito que a denúncia do Ministério Público fica desestruturada com a rejeição do crime de estelionato”, concluiu o advogado.
O portal Verdade Gospel, primando pela ética jornalística, está aberto para postar qualquer esclarecimento por parte da Igreja Universal ou do bispo Edir Macedo.